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    Home»Colunistas»Pensar global, agir local: O papel da economia criativa na agenda da sustentabilidade

    Pensar global, agir local: O papel da economia criativa na agenda da sustentabilidade

    Colunistas 19/05/2026Renata AlmeidaPor Renata Almeida3 minutos de leitura
    Renata Almeida fundadora da kassua e colunista santotech
    renata almeida fundadora da kassua e colunista santotech

    Em 2015, a ONU – Organização das Nações Unidas estabeleceu uma das agendas mais ambiciosas já propostas para o desenvolvimento global: os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Esses objetivos tratam de desafios urgentes para o desenvolvimento sustentável do mundo do século XXI e estão relacionados à redução da pobreza, educação, igualdade, trabalho digno, consumo responsável e proteção ambiental. 

    A ONU entende que os grandes desafios globais não serão resolvidos apenas por governos ou grandes organismos internacionais, eles dependem da coexistência com iniciativas locais, em parceria com empresas, empreendedores e comunidades.

    Um princípio bastante repetido nos debates sobre sustentabilidade resume bem essa lógica: “Pensar global, agir local.” Mas o que isso quer dizer? 

    Que quando enxergamos os grandes desafios do planeta, podemos pensar que não temos força ou que o impacto de nossas açoes não são grande o suficiente para resolvê-los, mas quando decidimos agir no nosso território, aí sim, as transformações realmente acontecem. 

    É exatamente nesse ponto que a economia criativa ganha relevância. Na transformação do território. Porque a economia criativa dialoga naturalmente com os ODS.

    Atividades e negócios da economia criativa costumam valorizar saberes tradicionais, fortalecer economias locais, estimular consumo mais consciente e gerar renda em pequenas comunidades, preservando a identidade cultural. Ou seja, ela conecta economia, cultura e sustentabilidade.

    Vejamos alguns exemplos:

    ODS 5 — Igualdade de gênero

    Em muitos territórios, especialmente no Nordeste, grande parte da economia criativa é liderada por mulheres empreendedoras. Esse protagonismo promove autonomia econômica, fortalecimento social e inclusão produtiva, contribuindo para a redução das desigualdades.

    ODS 8 — Trabalho decente e crescimento econômico

    Quando negócios criativos geram oportunidades para artesãos, produtores rurais, designers, chefs de cozinha e demais pequenos empreendedores locais, ocorre naturalmente  valorização ao trabalho ético e decente e estímulo ao crescimento econômico dessa localidade.

    ODS 11 — Cidades e comunidades sustentáveis

    Durante muito tempo, sustentabilidade foi associada apenas à questão ambiental. Hoje sabemos que ela se equilibra sobre 3 pilares, o ambiental, o econômico e o social. 

    Nesse contexto a economia criativa tem papel essencial no desenvolvimento sustentável das cidades. Ações que conectam cultura, gastronomia regional, artesanato e design fortalecem a identidade do território atraem turismo e movimentam economias locais. Isso gera desenvolvimento social e econômico.

    ODS 12 — Consumo e produção responsáveis

    Produtos criativos costumam valorizar produção artesanal, matérias-primas locais e processos produtivos em menor escala, muitas vezes com maior rastreabilidade e menor impacto ambiental. Essas práticas estimulam cadeias produtivas mais responsáveis e incentivam escolhas de consumo mais conscientes.

    Portanto, podemos dizer que preservar saberes tradicionais, valorizar culturas locais e fortalecer comunidades também faz parte de um modelo de desenvolvimento sustentável.

    A força das pequenas ações

    Às vezes pensamos que contribuir para desafios globais exige grandes projetos ou grandes investimentos. Mas muitas vezes a transformação começa com decisões simples:

    • escolher fornecedores locais
    • valorizar produtos artesanais
    • preservar técnicas tradicionais
    • investir em criatividade e identidade cultural

    Essas pequenas decisões, intencionais, multiplicadas por milhares de empreendedores, têm impacto real.

    Se os grandes desafios do planeta não serão resolvidos apenas por governos ou organismos internacionais — como reconhece a própria Organização das Nações Unidas — então talvez a transformação comece exatamente onde estamos: nas escolhas que fazemos, nos negócios que construímos e nas comunidades que impactamos. 

    Assim, saímos do campo do greenwashing, muitas vezes utilizado por grandes empresas em discursos de sustentabilidade, e avançamos para ações concretas e transformadoras.

    Isso é “Pensar global. Agir local”. 

    É assumir o papel de agente de mudança no lugar onde vivemos, transformando pequenas ações locais em contribuições reais para desafios globais de sustentabilidade.

    Pense nisso. 

    economia criativa Empreendedorismo Feminino greenwashing ODS ONU questão ambiental
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    Renata Almeida
    • Website

    Renata Almeida é engenheira e atualmente empreendedora da economia criativa. Fundadora da Kassuá, atua na valorização da cultura local como motor de desenvolvimento econômico e social. Escreve sobre economia criativa, inovação e sustentabilidade.

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