A Meta está testando um novo plano pago para o WhatsApp chamado WhatsApp Plus, ampliando sua estratégia de monetização além da publicidade.
A novidade está sendo liberada para um grupo limitado de usuários e adiciona recursos extras ao aplicativo, mantendo o uso básico — como mensagens, chamadas e criptografia — gratuito.

O que inclui o WhatsApp Plus
O plano pago foca principalmente em personalização e melhorias de usabilidade. Entre os recursos identificados estão:
- Stickers exclusivos
- Temas personalizados para o app
- Ícones customizados
- Toques premium
- Possibilidade de fixar até 20 conversas
- Configurações aplicadas em massa para múltiplos chats
Essas funcionalidades ampliam a experiência do usuário, mas não alteram o funcionamento essencial da plataforma.
Preço e disponibilidade
De acordo com testes iniciais, o WhatsApp Plus pode custar cerca de €2,49 por mês (aproximadamente US$ 3), posicionando-se como uma alternativa mais acessível em comparação a serviços similares.
Por enquanto, o recurso está disponível apenas na versão Android do aplicativo, com previsão de expansão para iOS em fases futuras.
Estratégia segue tendência do mercado
O movimento da Meta segue um padrão já adotado por outras plataformas digitais, que vêm introduzindo planos pagos com recursos exclusivos.
O WhatsApp Plus apresenta semelhanças com serviços como o Snapchat Plus, que também aposta em funcionalidades adicionais e personalização para usuários pagantes.
Além disso, a empresa já vinha testando assinaturas em outros produtos, como o Instagram, indicando uma mudança mais ampla no modelo de negócios.
O que muda para usuários e mercado
O lançamento do WhatsApp Plus reforça três tendências no setor:
➡️ Crescimento de modelos freemium em redes sociais
➡️ Monetização de usuários “power users”
➡️ Expansão de receitas além da publicidade
Apesar disso, a Meta mantém o posicionamento de que os recursos essenciais do WhatsApp continuarão gratuitos, evitando impacto direto na base massiva de usuários.

