Enquanto o mundo discute inteligência artificial e novas tecnologias capazes de substituir tarefas humanas, uma outra força econômica cresce silenciosamente — e curiosamente baseada exatamente naquilo que nenhuma máquina consegue reproduzir plenamente: a criatividade humana. Ideias, cultura, identidade e conexões com o território estão se tornando ativos econômicos cada vez mais valiosos. O que antes era visto apenas como expressão artística ou manifestação cultural passa agora a ocupar um lugar estratégico no desenvolvimento de cidades, na geração de renda e na criação de novos negócios. Esse fenômeno tem nome: Economia Criativa. O conceito começou a ganhar força no final dos…
