É noite e, depois de uma longa jornada, você entra na taverna do vilarejo à procura de descanso e de se inteirar dos rumores locais. No balcão, o atendente se dirige a você. — Boa noite, senhor. Gostaria de uma bebida? Talvez um quarto para pernoitar? — Boa noite, meu bom homem. Uma caneca do seu melhor hidromel, o prato da casa e uma cama num quarto com janela, se possível. — Pois não, senhor, agora mesmo. O atendente grita o pedido por cima do ombro pra o cozinheiro no cômodo vizinho. — Agora, em que mais posso ajudá-lo? —…
