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    Home»Colunistas»O que “falta” no processo de Desenvolvimento de Software

    O que “falta” no processo de Desenvolvimento de Software

    Colunistas 16/09/2025Paulo GualterPor Paulo GualterAtualizado em: 16/09/20252 minutos de leitura
    Ciclo Devops vs Devsecops
    Ciclo Devops vs Devsecops

    Este é um assunto que tem muito pano para manga. Alguns defendem outros já dizem que este processo é desnecessário, pois a consciência e a maturidade do desenvolvedor no ciclo de desenvolvimento de um software aliado ao framework já bastam para mitigar uma vasta lista de vulnerabilidades. Mas neste caso eu pergunto. E a falha humana? Sabemos que no processo de desenvolvimento de um software existe um elo frágil que leva ao erro e possíveis vulnerabilidades que levam a por exemplo:

    • Ataques de SQLInjection;
    • Vazamento de informações;
    • BOF;

    dentre outros inúmeros ataques, que somente são possíveis devido a elo mais frágil que é o “humano”. Que por ter aprendido a codificar em uma época que a cultura de cyber segurança, não era tão viva, simplesmente não se adaptou as novas regras de desenvolvimento seguro, onde ainda utiliza frameworks ultrapassados e conhecimento não atualizados a nova cultura de desenvolvimento.

    Penso logo que uma avaliação profissional, falando da realização de um Pentest é algo extremamente necessário neste ciclo de desenvolvimento. Para validar se a aplicação Web/Mobile ou até mesmo Desktop estão indo para mercado/consumidor final sem vulnerabilidades ou pelo menos mais seguros do que se não tivessem passado por este processo, ingressando assim na cultura do DevSecOps.

    image
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    O primeiro passo para desenvolver essa cultura é justamente o fator humano. Os colaboradores devem entender os benefícios dessa mentalidade na construção de um software seguro. Neste processo análises SAST (Static Application Security Tests) e DAST (Dynamic Application Security Tests) ocorrem em etapas distintas. Enquanto o SAST é realizado para garantir a segurança do código, sendo feito diretamente no repositório, os testes DAST são realizados em uma fase mais avançada, onde a aplicação é colocada em operação para ser testada.

    Esta cultura precisa ser implantada para termos softwares mais seguros e ai o que você acha? De sua opinião sobre este assunto.

    Fique com DEUS e até a próxima !

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    cyber cybersegurança DAST DevSecOps framework pentester SAST sql injection VAZAMENTO
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    Paulo Gualter
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    Especialista em Segurança da Informação | Pentester | Professor Universitário | Fundador FortalSec Profissional de Segurança da Informação com mais de 20 anos de experiência, atuando como especialista em cibersegurança ofensiva. Combina expertise técnica avançada em pentesting, ethical hacking e DevSecOps com sólida experiência em liderança estratégica de segurança alinhada aos objetivos de negócio. Possui ampla vivência setorial, tendo atuado em ambientes críticos como sistema bancário (Pix, Internet Banking), portos e aeroportos, tecnologia, saúde, educação e hotelaria. Especialista em testes de penetração para aplicações web, mobile e ambientes cloud (AWS, Azure, GCP), com proficiência em frameworks como OWASP Top 10, MITRE ATT&CK e NIST 800-53. Atuação Acadêmica e Formação: Professor universitário e docente de pós-graduação em cibersegurança,Instrutor dos cursos Treinamento Profissão Hacker (TPH), Idealizador da Mentoria e Curso Profissão Hacker, MBA em Auditoria, Compliance e Gestão de Riscos (em curso) Auditor Líder em Cibersegurança Liderança no Ecossistema de Segurança: Fundador do FortalSec, um dos maiores eventos de cibersegurança do Nordeste, demonstrando seu compromisso com o desenvolvimento da comunidade de segurança da informação no Brasil. Reconhecido pela capacidade de traduzir complexidades técnicas para diferentes audiências, liderando iniciativas estratégicas junto a áreas de negócios, compliance e comitês de risco.

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